sexta-feira, 29 de maio de 2009

CONAR suspende comercial da Brahma

Definitivamente o comercial da Brahma com participação do jogador Ronaldo do Corinthias foi suspenso pelo CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), segundo o portal “AdNews” .
A 7° Câmara do Conselho de Ética vetou a primeira versão do comercial com o filme “Brahmeiros” onde o jogador atua segurando um copo de cerveja. A dona da marca Brahma – AmBev – já havia tomado a decisão de suspender a veiculação do material desde o mês de abril.
A outra versão do vídeo, onde o “fenômeno” não aparece segurando a cerveja, foi arquivada pelo Conselho e resultou em advertências para a AmBev.
A agência África é responsável pela conta da empresa e foi da mesma que surgiu a idéia dos dois vídeos.
A denunciante foi a empresa Nova Schin, concorrente direta da proprietária da marca Brahma, que usou como argumentos o fato do filme ser apelativo devido a popularidade de Ronaldo com os jovens.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Corinthians tem 'novo patrocinador' com fusão entre Sadia e Perdigão


A fusão entre Perdigão e Sadia, pode mexer com o Corinthians, que tem estampada em sua camisa a logomarca Batavo, da Perdigão, desde o início do ano. No anúncio, os presidentes da Sadia, Luiz Fernando Furlan, e da Perdigão, Nildemar Secches, exibiram um modelo antigo do uniforme do Corinthians com o nome da nova empresa, BRF Brasil Foods S.A. Porém, o Corinthians não anunciou se o nome da logomarca será alterado. No domingo passado, na partida do Timão contra o Botafogo, a Perdigão substituiu a marca Batavo por uma propaganda. Segundo Furlan, a troca de logomarca será decidida de acordo com a opinião do setor de marketing.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Publicidade de bebida alcoólica não deve conter apelo sexual, define Conar

Com relação à publicidade para bebidas alcoólicas, o CONAR (Conselho Nacional de Auto-Regulamentação Publicitária) definiu novas regras de veiculação em 2008. Entre as orientações, pretende-se levar em consideração o direito de proteção à criança e ao adolescente. Devido a isso, ficou proibida a atuação de pessoas que aparentem ter menos de 25 anos (não devendo esses serem usados como foco da campanha), deve-se também observar a questão da responsabilidade social, não estimulando o consumo irresponsável ou em exagero. Não deve ser utilizado o apelo sexual para demonstrar ou incentivar o consumo do produto. E a publicidade não deve conter argumentos que associem o consumo de bebidas alcoólicas com êxito profissional, maturidade e coragem.
As campanhas estão restritas a serem exibidas no horário entre 21:30 e 06:00 no rádio e na TV, e devem sempre conter uma frase de advertência sobre os riscos de consumir este tipo de produto.
As empresas que não cumprirem as novas regras podem punições como advertências e até mesmo suspensão do material.

domingo, 10 de maio de 2009

Publicidade infantil


O governo federal e do Congresso procuram maneiras de barrar e até de eliminar os anúncios dirigidos ao público infanto-juvenil. Em função disto, o CONAR se tornou mais rígido na fiscalização da publicidade dirigida para crianças e adolescentes.
Em 2007, sete comerciais foram suspensos pelo CONAR e 8 tiveram de alterar seu conteúdo e em 2008 esse número aumentou consideravelmente, passando a ser 17 comerciais suspensos e 14 alterados. O ano de 2009 promete trazer números mais relevantes sendo que 5 comerciais foram suspensos apenas no início do ano.
Para se evitar uma medida drástica vinda do governo o CONAR passou a analisar as denúncias e a questionar mais esse tipo de publicidade. Em 2007, por conta própria, o órgão levantou seis casos. Já em 2008 esse número saltou para 24, quatro vezes mais.
"Estamos realmente sendo mais rigorosos e cuidadosos com a questão da criança e do adolescente, em reação a pressões democráticas da sociedade. Temos sentido posições fortes de grupos sociais, da imprensa, além do Congresso (onde tramita projeto de lei que proíbe publicidade infantil)", afirma Luiz Celso de Piratininga, vice-presidente do CONAR.
Regras como a proibição do uso de verbos no imperativo ("compre isso", "peça para o seu pai", "não perca" etc.) e a utilização de crianças e adolescentes sugerindo o consumo de produtos foram adotadas na tentativa de evitar a proibição de comerciais infanto-juvenis. Além disso, surgiram normas específicas para anúncios de alimentos devido ao risco de que a ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) venha a proibir anúncios de alimentos para esse público-alvo.
"Há uma diferença no grau. Nós tentamos entender a posição do anunciante e somos menos herméticos do que o Legislativo e o Executivo", afirma o vice-presidente do CONAR.
A autoria do projeto apresentado em 2001 é do deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR) e está em tramitação na Câmara dos Deputados. Este projeto proibia a publicidade "destinada a promover a venda de produtos infantis". Já a deputada Maria do Carmo Lara (PT-MG) foi mais rígida e modificou o projeto determinando a proibição de qualquer comercial dirigido a crianças, ainda que de produtos para adultos, em qualquer horário. A nova versão do projeto foi aprovada Essa versão foi aprovada pela Comissão de Defesa do Consumidor em 2008, e a partir daí o CONAR se tornou mais atuante.
Pouco tempo depois o projeto foi questionado pelo relator, o deputado Osório Adriano (DEM-DF) que defendeu que a publicidade é "atividade virtuosa, e não viciosa" e tem a função de informar o público sobre produtos e serviços.
O parlamentar é dono da Brasal Refrigerantes, fabricante da Coca-Cola no Distrito Federal. Mas afirma não haver conflito de interesses porque são seus filhos que administram o negócio.

sábado, 9 de maio de 2009

Comercial do Doritos é suspeno pelo CONAR


O CONAR - Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, suspendeu a nova campanha publicitária do salgadinho Doritos da Elma Chips, após avaliar o pedido da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), que afirmava que o comercial que sugeria cenas de homofobia e discriminação.
O comercial mostrava um grupo de quatro amigos em um carro ouvindo a canção "YMCA", do grupo Village People, quando um deles começa a dançar a coreografia da música. Ao final do vídeo, um pacote de Doritos tampa o rosto do jovem e uma voz de fundo diz: "Quer dividir alguma coisa com os amigos? Divida Doritos".
Diversos grupos se manifestaram de forma contrária ao comercial em defesa dos Direitos GLBT e a polêmica se alastrou.
O resultado se deu devido à uma votação no CONAR de 7 votos a favor da suspensão contra 5 votos contra. A votação mostra que o resultado ainda divide opiniões pois quase se teve um empate como resultado.